quinta-feira, 26 de junho de 2014

IRAPUAN PINHEIRO REALIZA O 11º CARNAPEBA...



Sábado dia 21 de junho foi de grande alegria na Praça da Matriz em Dep. Irapuan Pinheiro, na realização do 11º Carnapeba.

Em 2014, apesar da realização de festas em toda a região, Carnapeba que é uma tradição em Dep. Irapuan Pinheiro, fez sua história com sucesso e muita participação da juventude. 

A Praça ficou repleta de pessoas nas apresentações das bandas Pagodão 26 e Prabalá.

FESTA DA PADROEIRA DE ACOPIARA 2014 ESTÁ CHEGANDO...


SANTA FELÍCIA PERDE PIZECA DO PIQUIÁ...

Fomos informado que o Pizeca do Piquiá faleceu na madrugada de sábado, 21/06, em sua própria residência. Seu enterro foi na cidade de Irapuan Pinheiro no domingo. Pizeca tinha 7 filhos, uns morando em São Paulo e outros em Iguatu. Marcones era o filho que morava junto a ele. Homem sério e trabalhador Pizeca só fez amizades em sua vida.
Um abraço a família do Pizeca e que ele descanse em Paz! 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

FAGNER E BÊU PAULINHO DIA 28 DE JUNHO EM QUIXELÔ...

Acontece nesse sábado, dia 28 de junho, o encerramento do Quixelô Junino 2014, com apresentação do cantor Fagner, Banda Forró do Sertão e Bêu Paulino, na Arena Quixelô.
É imperdível!!!

quarta-feira, 4 de junho de 2014

CÂMARA APROVA PROJETO PARA CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS...

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei que estabelece novos critérios para criação, emancipação e fusão de municípios.
A proposta sofreu alterações em relação ao texto enviado pelo Senado, com redução das exigências para emancipação de um distrito, e agora deverá voltar para nova análise e votação por parte dos senadores, antes de ir à sanção presidencial.

O projeto foi elaborado após a presidente Dilma Rousseff vetar integralmente, no ano passado, uma proposta semelhante, sob o argumento de que ela aumentaria as despesas públicas. Diante da ameaça de derrubada do veto pelo Congresso, a base aliada no Senado elaborou um novo texto, em acordo com o governo federal, aumentando critérios para a emancipação de municípios.

A principal mudança em relação à proposta vetada por Dilma é a quantidade mínima de habitantes exigida para a criação de um município.
O texto aprovado aumenta a exigência de 12 mil habitantes para 20 mil no Sul e Sudeste. No Nordeste, o texto vetado por Dilma previa população de 8,4 mil e agora passará a 12 mil. No Centro-Oeste e no Norte não houve alteração na exigência de 6 mil moradores.
Em contrapartida, o projeto facilita a fusão dos municípios, ao reduzir o número de assinaturas necessárias ao requerimento que dá início ao processo de fusão ou incorporação, que passou de 10% para 3% da população da região envolvida.

O plenário da Câmara aprovou duas alterações propostas pelo relator, deputado Moreira Mendes (PSD-RO), que derrubam duas regras previstas na proposta original. Uma delas exclui a exigência de tamanho mínimo para a emancipação dos municípios. A versão aprovada pelo Senado exigia uma área mínima de 200 km² nas regiões Norte e Centro-Oeste e de 100km² nas regiões Nordeste, Sul e Sudeste.


A outra alteração feita por Moreira Mendes permite contabilizar todos os edifícios e casas existentes na área que pretende se emancipar para alcançar a exigência mínima prevista na legislação. A proposta original só autorizava considerar os imóveis localizados no núcleo urbano.

Pelo projeto, a região de um município que pretenda se emancipar e se tornar um novo município precisa ter "número de imóveis superior à média observada nos municípios que constituam os 10% de menor população do estado".

De acordo com a proposta, o primeiro passo para a criação de um município é a apresentação, na Assembleia Legislativa, de um pedido assinado por 20% dos eleitores residentes na área geográfica diretamente afetada, no caso da criação ou desmembramento. Se a situação for de fusão ou incorporação, o requerimento de criação deverá ser subscrito por 3% dos eleitores residentes em cada uma das cidades envolvidas.
Após o pedido, a Assembleia terá que coordenar um "estudo de viabilidade" do novo município, que deverá comprovar, por exemplo, se há na região condições de arrecadação suficientes para sustento próprio.

Se houver viabilidade financeira e populacional, com base nos critérios estabelecidos na lei, será realizado o plebiscito que definirá a criação ou não da nova cidade. Em comparação com o projeto vetado por Dilma, a nova proposta pretende desburocratizar o Estudo de Viabilidade Municipal.

Pelo texto, o estudo será contratado pelo governo estadual e não mais pelo grupo diretamente interessado na separação ou aglutinação. Além disso, o EVM não precisará mais ser submetido ao Tribunal de Contas do estado. O estudo precisará ser concluído no prazo de 180 dias após sua contratação pelo poder público e terá validade de 24 meses após a sua conclusão.

O EVM será divulgado à população e submetido a uma consulta pública por, no mínimo,120 dias. Durante este prazo serão realizadas audiências públicas para que o estudo seja debatido por autoridades, especialistas e a população.
Após este período, o EVM será votado pela Assembleia Legislativa. Se for aprovado, a Assembleia pedirá ao Tribunal Regional Eleitoral do estado a realização de um plebiscito, “preferencialmente em conjunto com as eleições federais ou estaduais”.

Se a maioria da população aprovar a criação do município, a Assembleia elaborará e votará uma lei estabelecendo o nome e limites geográficos. Aprovada a lei, a escolha dos governantes locais. A instalação do município se dará oficialmente com a posse do prefeito e vice-prefeito.

Se a população rejeitar a nova cidade, não poderá haver novo plebiscito com a mesma finalidade no prazo de 12 anos. O projeto vetado por Dilma previa prazo de 10 anos para a realização de nova consulta popular.

Fonte: G1

Nossa Opinião: As novas exigências, é para que nenhum distrito do nordeste se emancipe e vire cidade. 
É para o nordeste não se desenvolver mesmo, e mandar mão de obra barata para o sul e sudeste do país.
Atenção população de Santa Felícia e de todos os distritos do Brasil, o nosso protesto é nas urnas!!!! 
As eleições vem aí!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

ACOPIARA PERDE PADRE CRISARES SAMPAIO COUTO...

Faleceu hoje pela manhã na capital cearense, Padre Crisares Sampaio Couto, pároco do nosso município por mais de 50 anos. Padre Crisares era natural de Jardim-Ce, e um dos mais velhos filhos de uma família de 17 irmãos, todos homens.
Seu corpo está sendo velado na funerária eternos em Fortaleza, e as 23 horas chegará a cidade de Acopiara, onde nessa sexta-feira será feriado e haverá por todo o dia missas. Seu sepultamento acontecerá no final da tarde com missa campal. Seu corpo descansará na Igreja Matriz de Acopiara.
Obrigado meu Deus por ter nos dado por mais de 50 anos as bênçãos de Padre Crisares.
Descansa em paz, nosso padre, nosso amigo, nosso irmão!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

AGENOR NETO PODERÁ NÃO TER LEGENDA NO PMDB...

A presença do vice-presidente regional do PMDB, Agenor Neto, em evento de lançamento da pré-candidatura de Zezinho Albuquerque ao Governo do Estado, em Acaraú, não agradou a direção estadual do partido.
O secretário geral do PMDB, João Melo, já avisou que os infiéis não terão legenda para concorrer nas próximas eleições, comprometendo o ex-prefeito de Iguatu que pretende disputar uma vaga na Assembleia Legislativa.
Agenor tem o segundo cargo mais importante do partido no Ceará, e a atitude do final de semana é considerada infidelidade partidária, pois vai contra as diretrizes do PMDB, que trabalha o nome do senador Eunício Oliveira como pré-candidato ao Governo. 


Fonte: Ceará News 7

SHOW DE FAGNER É TRANSFERIDO PRA O FINAL DE JUNHO EM QUIXELÔ...

Visitando a cidade de Quixelô, o Blog foi informado que o show do cantor cearense e astro da música brasileira, Raimundo Fagner, foi transferido para o dia 
28 de junho, no Quixelô Juninho.
Então é esperar e comparecer a esse grande evento.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

CONFIRMADO FAGNER EM QUIXELÔ...

COM NOVO PROJETO SANTA FELÍCIA FICA FORA PRA SE TORNAR MUNICÍPIO...

Priscilla Mendes Do G1, em Brasília
 
O Senado concluiu nesta quarta-feira (23) a aprovação do projeto de lei que estabelece novos critérios para criação, emancipação e fusão de municípios. O texto é fruto de um acordo dos parlamentares com a Presidência, que no ano passado vetou integralmente proposta semelhante sob o argumento de que a mudança aumentaria despesas da União.
O texto principal havia sido aprovado na semana passada pelo plenário, que nesta quarta-feira concluiu a votação acatando emendas apresentadas pelo relator, Valdir Raupp (PMDB-RO). Para ter validade, o texto deverá ser aprovado também pela Câmara dos Deputados.
Para evitar que o Congresso derrubasse o veto presidencial, governo e parlamentares da base aliada elaboraram um novo projeto. O texto aprovado pelos parlamentares em 2013 permitiria dar início a processos de emancipação – e transformação em município – de pelo menos 188 distritos, segundo Raupp.
Já o projeto aprovado – que foi costurado pelo peemedebista com apoio do Planalto – permitirá a criação de 130 a 150 novos municípios, segundo estimativa de Raupp, beneficiando principalmente o Norte e o Nordeste, regiões com menor densidade populacional.
A principal mudança feita pelo relator ao texto foi a quantidade mínima de habitantes exigida para a criação de um município.
Para evitar novo veto presidencial, o relator atendeu ao pedido do governo e, nas regiões Sul e Sudeste, aumentou a exigência de 12 mil habitantes para 20 mil habitantes. No Nordeste, o texto vetado por Dilma previa população de 8,4 mil e agora passará a 12 mil. No Centro-Oeste e no Norte não hove alteração na exigência de 6 mil moradores.
O autor do projeto, senador Mozarildo Cavalcanti, disse que, com a aprovação do projeto, o Senado "atende aos anseios de todos os municipalistas desse país". "Acho que vai ser a oportunidade de o Brasil agir de forma séria porque estabelece rigores para a criação de novos municípios, fusão, incorporação e desmembramento", disse.

O plenário aprovou duas emendas apresentadas pelo governo e acatadas por Raupp: o território dos municípios das regiões Norte e Centro-Oeste terá área mínima de 200 km² e, nas demais regiões, 100 km². A segunda alteração determina que a arrecadação própria estimada deverá ser superior à média de 10% dos municípios do estado.
Com o objetivo de facilitar a fusão dos municípios, o projeto reduz de 10% para 3% da população dos municípios envolvidos o número de assinaturas necessárias ao requerimento que dá início ao processo de fusão ou incorporação.
"A fixação de condições mais propícias à fusão e incorporação de municípios, visa resolver o problema das unidades de baixa viabilidade econômica, que poderiam se consolidar em unidades maiores, com mais economia de escala na provisão de serviços públicos", justificou Raupp em seu relatório.
Também por sugestão do Executivo, o projeto amplia de dez para doze anos o período pelo qual fica vedada a realização de novo plebiscito no caso de o resultado da primeira consulta ter sido pela rejeição da criação, desmembramento, fusão ou incorporação.
A matéria ainda pretende desburocratizar o Estudo de Viabilidade Municipal, levantamento que afere a viabilidade econômica, política, socioambiental e urbana do município. O estudo será contratado pelo governo estadual e não mais pelo grupo diretamente interessado na separação ou aglutinação. Além disso, o EVM não precisará mais ser submetido ao Tribunal de Contas do estado.

É uma pena o que a presidente fez com SANTA FELÍCIA, e outros distritos que pretendiam se tornar município.

Povo de Santa Felícia e Santo Antonio, em outubro tem eleição, e aí é a nossa vez!

AÉCIO NEVES PASSA DILMA EM PESQUISA NO DISTRITO FEDERAL...

Pesquisa domiciliar feita na última semana de março pelo Instituto Dados Opinião revela que em um mês o candidato socialista Eduardo Campos ganhou três pontos na preferência do eleitorado de Brasília depois que sua vice, a ex-ministra Marina Silva apareceu no programa eleitoral do PSB. Eduardo Campos passou de 9 para 12 pontos na preferência do eleitorado do DF em comparação com outra pesquisa feita um mês antes. No mesmo levantamento do Instituto Dados Opinião, o candidato tucano ao Planalto, senador Aécio Neves, ultrapassou a presidente Dilma no DF. Ficou com 19,3% enquanto a presidente caiu para 17.6%. Na pesquisa do mês anterior Dilma tinha 22%, um ponto a mais que Aécio. A pesquisa foi registrada no TSE.
Fonte: Site Senador Sá online

domingo, 11 de maio de 2014

CASAMENTO DE JORBA E ESTER NA VILA DE UMARI/SANTA FELÍCIA...

Foi realizado ontem na Vila de Umari o casamento dos jovens: JORBA & ESTER. O casal é muito simpático e conhecido de todos. Jorba é da tradicional família dos Caris do povoado de São João, ele é neto de Chico Cari. Ester é neta da inesquecivel parteira de Santa felícia, dona Estelita.
Veja fotos desse grande evento.

quinta-feira, 8 de maio de 2014

NOVO PROJETO PRA CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS FOI VOTADO HOJE...

O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (7) o texto principal do projeto de lei do Senado (PLS) 104/2014, que estabelece normas para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios. 

Os senadores ainda farão três votações nominais de emendas apresentadas à proposta na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e em Plenário. A conclusão da votação deve ocorrer na próxima semana.

O PLS 104/2014, que teve como relator o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), foi apresentado pelo senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR), como uma alternativa a um projeto anterior (PLS 98/2002) integralmente vetado pela presidente Dilma Rousseff, em outubro de 2013.

terça-feira, 6 de maio de 2014

SANTA FELÍCIA PERDE AMÉRICO...

Um dos filhos mais ilustres de Santa Felícia, Antônio José Lourenço, conhecido por Américo de Umari, faleceu ontem em Iguatu, aos 76 anos. Américo era um grande municipalista, e tinha um sonho; ver Santa Felícia passar a ser cidade.
De acordo com familiares Américo pode ter falecido na noite de ontem (05) e só hoje o corpo foi encontrado no interior de sua residência, no bairro João Paulo II onde está sendo velado. 
O sepultamento está previsto para acontecer às 8 horas da manhã desta quarta-feira (07) no cemitério da Vila de Umari no distrito de Santa Felícia.
Américo além de ser apaixonado pela a Vila de Umari, foi político e comerciante na terra que amou e viveu por muito tempo.
Saudades de Seu Américo!!!

segunda-feira, 7 de abril de 2014

E O SONHO DE SERMOS MUNICÍPIOS....

O projeto do senador Mozarildo Cavalcanti restringe ainda mais o número de municípios que devem ser criados FOTO: Agência Senado
O projeto do senador Mozarildo Cavalcanti restringe ainda mais o número de municípios que devem ser criados FOTO: Agência Senado

Defendida há anos pelos deputados estaduais cearenses, a bandeira pela criação de novos municípios tem sido frustrada, diante das dificuldades que a pauta encontrou em nível nacional. Especialistas em administração pública do Ceará e de outros estados consultados pelo Diário do Nordeste ponderam que, hoje, o apoio à emancipação dos distritos tem viés mais político do que técnico. Reconhecendo que esses lugarejos enfrentam precariedades, os acadêmicos apontam para o “contrassenso” de se criar novas estruturas administrativas sem viabilidade financeira.
Condições básicas
O professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB) José Matias-Pereira esclarece que, antes de avaliar se determinada localidade está apta à emancipação, é necessário analisar condições básicas, como saúde, educação e autonomia financeira. “O que a realidade brasileira tem mostrado é que a maior parte dos distritos que estão querendo se tornar municípios, em princípio, não reúne essas condições”, alerta.
Para manter suas receitas, a maioria das prefeituras depende do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) repassado pela União. Com a criação de novas localidades, esses recursos não aumentarão, apenas serão redistribuídos. “Muitas vezes, o que ocorre é que a separação deixa a sede do município em situação muito ruim”, declara.
“São situações extremamente complexas e precisam ser examinadas com muito cuidado, tendo os critérios técnicos e os pré-requisitos como balizadores. O critério político tem que ser o último a ser analisado nesse caso”, complementa o especialista, que se posiciona favorável ao veto da presidência da República em relação ao aumento dos municípios. Ele adianta que daqui a 40 dias, aproximadamente, o doutorado do qual participa lançará uma pesquisa estimando os custos totais gerados com o fracionamento dos municípios.
José Matias-Pereira diz acreditar que, em muitas situações, as reivindicações pela emancipação são puxadas por poucas lideranças. O docente acrescenta que a população deve ter voz ativa para cobrar a garantia dos direitos sociais básicos, independentemente de morar num distrito ou município, mas não é isso que tem ocorrido, opina. “A criação de municípios precisa ter envolvimento de postura proativa da população e não somente das lideranças”, justifica.
Nepotismo
Na avaliação do professor da UnB, há risco de as novas cidades já surgirem reproduzindo o nepotismo. “A máquina burocrática começa a abrigar filhos, sobrinhos, primos dos detentores do poder. É da nossa cultura política. O cenário preocupa porque, em vez de ser canalizado para a população, vai para a folha de pagamento”, diz.
O professor Mauro Osório da Silva, da Universidade Federal do Rio do Janeiro (UFRJ), relata que o principal fator positivo trazido pela emancipação dos distritos é a aproximação entre a população e o poder público. Como aspecto negativo, ele cita a criação de uma estrutura administrativa que inclui prefeitura e suas secretarias municipais, câmara dos vereadores e todo o aparato de uma gestão pública.
Mauro Osório compara a situação à chamada “economia de escala”. Por exemplo, uma única estrutura que serviria a 100 mil, ao ser duplicada para atender a mesma quantidade de habitantes, dobra o valor dos custos. “Em outros países, quando o município é pequeno, não precisa ter câmaras que se reúnam todos os dias nem vereadores profissionalizados”, indica.
Como solução alternativa à emancipação de distritos para reduzir as desigualdades entre as localidades, o docente aponta a opção do orçamento territorializado. Hoje, quando o Poder Executivo envia a previsão de gastos do ano seguinte para ser aprovado no Legislativo, as despesas são pensadas por áreas temáticas, como saúde e educação. Entretanto, a gestão não se responsabiliza com a execução orçamentária por regiões da cidade ou estado.
Transparente
“Nas grandes cidades, geralmente tem mais dinheiro gasto em bairros de classe média e alta. Ficaria mais transparente. Muitas vezes, o prefeito acaba fazendo obras na rua onde mora. A transparência é boa para o cidadão e para o gestor de boa fé”, ressalta Osório da Silva.
Especialista em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Jorge Fernando Pinheiro destaca que é preciso avaliar a situação financeira de cada localidade, mas acredita que em geral o discurso político predomina sobre o técnico. “De maneira geral, o que tenho presenciado é a tentativa de criar municípios inviáveis, seja pelo tamanho, condições econômicas ou produtividade”, define.
Para Jorge Fernando, as prefeituras carecem de uma melhor administração para democratizar as ações que contemplem os distritos. “A solução seria uma melhor gestão pública, não é necessário que haja um prefeito e uma câmara para que o município funcione bem, é uma tentativa de ação política”, esclarece.

Fonte: Diário do Município